domingo, 29 de agosto de 2010
O Regresso!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ohhh Descanso Desejado....
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
MITOS QUE, TRISTEMENTE, PERSISTEM...
Sem esses mitos, seria evidente que as experiências em animais não ajudam a humanidade, mas causam prejuízos imensos ao animal e ao homem.
Em nosso próprio interesse precisamos analisar os mitos em que se baseia o sistema de pesquisas com animais, pois não se trata apenas de aceitar um mal necessário. O sistema de experiências em animais pertence assim como a tecnologia genética ou o uso da energia atômica a um sistema de pesquisas e exploração que despreza a vida.
Com ele cavamos uma sepultura para a ecosfera e para nós mesmos. A morte das florestas, o buraco de ozono, o efeito estufa, as alterações climáticas, os mares contaminados, a matança de focas, HIV - tudo isso são sinais visíveis, mas afastamos o conhecimento das causas e somos incapazes de agir. Para sobreviver precisamos compreender como tudo está interligado e perceber que a utilização de milhões de animais sensíveis como objecto de exames e instrumentos descartáveis de medição nunca conduzirão à nossa cura, mas apenas à nossa autodestruição crescente.Vamos examinar a rede de mitos que cerca as experiências em animais.
1º Mito – O conhecimento médico está baseado em experiências com animais
Sempre nos fizeram crer que a verdadeira arte médica só começou há cerca de 100 anos, com a quimioterapia. Isso é falso: em todas as épocas houve médicos excelentes que realmente conseguiam ajudar; em todas as épocas houve academias famosas realmente ensinando a arte da cura. As bases do conhecimento médico clássico não eram pesquisas em animais, embora estas já existissem, em pequenas proporções, há milénios. Essencial era a observação de homens e animais doentes e sadios. Também a maior parte do nosso conhecimento médico moderno não se baseia em experiências com animais ou, então, foi apenas confirmado posteriormente por essas experiências. Muitas substâncias eficazes à base vegetal e também medicamentos como o ácido acetilsalisílico (contra febre) ou fenobarbital (para epilepsia) foram descobertos sem experiências em animais.
A maioria das técnicas cirúrgicas habituais não foram desenvolvidas em animais.
2º Mito: Foram as experiências em animais que possibilitaram o combate às doenças e, desta forma, permitiram aumentar a vida média.
Esse mito padrão daqueles que apoiam as experiências com animais é falso! O aumento da expectativa de vida deve-se, principalmente, ao declínio das doenças infecciosas e à conseqüente diminuição da mortalidade infantil. As causas desse declínio foram melhores condições de saneamento, uma tomada de consciência em questões de higiene e uma melhor alimentação - não foi a introdução constante de novos medicamentos e vacinas. Da mesma maneira, os elevados coeficientes de mortalidade infantil no Terceiro Mundo podem ser atribuídos a problemas sociais, à pobreza, à desnutrição, etc...
3º Mito: A pesquisa médica só é possível com experiências em animais
Há algumas décadas, o conceito de métodos alternativos não existia. Ainda recentemente nos explicavam que o teste DL-50% (para determinar a dose letal) e outras atrocidades eram indispensáveis. Os cientistas declaravam unânimes que só o animal ileso poderia demonstrar o efeito dos medicamentos. Actualmente as declarações são mais cuidadosas. A indústria está a explicar, constantemente, quantos animais já substituíram, quanto já diminuiu o consumo de animais e como é perfeitamente possível renunciar ao DL-50%. Em muitas áreas estão utilizando métodos alternativos, processos in-vitro com culturas celulares, microrganismo, etc, cujos resultados superam de longe as provas fornecidas pelas experiências em animais.
Esse desenvolvimento mostra como - através da pressão da opinião pública - é possível conseguir que não se façam experiências com animais.
Percebemos também, que muito daquilo que era considerado parte incontestável da medicina moderna, pode ser, tranqüilamente, substituído em poucos anos.
4º Mito: Experiências em animais são necessárias porque as doenças mais importantes ainda não têm cura.
Apesar das excessivas experiências em animais, as doenças mais importantes não foram modificadas, não se tornaram mais curáveis. Esse facto mostra exatamente o pouco que as experiências em animais podem contribuir para a erradicação das doenças humanas. A conseqüência lógica não pode ser a ampliação da pesquisa em animais e sim, esforços redobrados visando o controle, a profilaxia e a pesquisa das causas das doenças. Não há mais dúvidas de que nós mesmos causamos a maioria das doenças, através de alimentação errada, dependência de substâncias tóxicas, stress, etc.
Estudos amplos com vegetarianos comprovaram há tempo que uma alimentação mais saudável reduz o risco de cancro, diminui a probabilidade de doenças cardiovasculares e aumenta a expectativa de vida.
5º Mito: Experiências em animais são necessárias para afastar a ameaça de novas doenças.
Uma típica nova doença ameaçadora é o HIV
A pesquisa do HIV é um óptimo exemplo de pesquisa moderna que pode acumular consideráveis conhecimentos em pouco tempo, e sem usar experiências em animais. Os progressos na pesquisa do HIV não se baseiam em experiências em animais, mas na epidemiologia, na observação clínica dos doentes e nos estudos in-vitro com culturas celulares.
6º Mito: Os riscos de novos medicamentos e vacinas só podem ser determinados por meio de experiências em animais.
Medicamentos importantes foram descobertos antes da era das experiências em animais, que ainda hoje estão em uso. Fica cada vez mais claro que a transferência de resultados toxicológicos do animal para o homem não tem sentido. Existem cada vez mais métodos expressivos que dispensam as experiências em animais. Testes toxicológicos como o DL-50% ou o estudo de irritação dos olhos do coelho (Teste Draize) são - também segundo diversos cientistas - rituais de extrema crueldade que nada têm a ver com ciência. Ainda mais difíceis de serem transferidos para o homem são os resultados de pesquisas nas quais fazem penetrar em diversos animais, por ingestão ou injeção, grande quantidade de substâncias experimentais durante um tempo prolongado. Não convém esquecer que o risco final é sempre do homem; mas, na medida em que experiências em animais aparentam segurança, o homem é levado ao uso descuidado de novas substâncias. Isso aumenta o risco ainda mais.
7º Mito: Experiências em animais não prejudicam a humanidade.
Experiências em animais atribuem segurança aparente a medicamentos e a novas substâncias, embora de forma alguma seja possível avaliar essa segurança. A tragédia com a Taliodomida é conhecida. Aproximadamente um terço de todos os doentes com problemas renais que fazem diálise (ou esperam pela doação de um rim) destruíram sua função renal tomando analgésicos considerados seguros após experiências em animais. Todos os medicamentos retirados do mercado por exigência dos órgãos de saúde foram testados em experiências com animais. Um outro exemplo: o perigoso “buraco de ozono” sobre a Antártida é causado pelos CFC (clorofluorcarbonetos), que foram considerados seguros após experiências químicas e, também, com animais. A noção errónea de segurança levou à produção e à disseminação desenfreada dessas substâncias, que agora ameaçam a biosfera do nosso planeta.
Experiências em animais, na realidade, tornam as actuais doenças da civilização ainda mais estáveis. A esperança por um medicamento descoberto por meio das pesquisas com animais destrói a motivação para tomar uma iniciativa própria e para mudar significativamente o estilo de vida. Enquanto nos agarramos à esperança de um novo remédio contra o cancro, as doenças cardio-vasculares, etc, nós mesmos - e todo o sistema de saúde - não estamos suficientemente motivados para abolir as causas dessas enfermidades, ou seja o fumo, as bebidas alcoólicas, a alimentação errada, o stress, etc.
Experiências em animais destroem a consciência em relação às espécies, à interdependência e aos ciclos na natureza. Quem é capaz de julgar as conseqüências que os animais manipulados pela biotecnologia trarão para a natureza ? Quem é capaz de avaliar a conseqüência de uma fuga de ratos patenteados com cancro, ratos com HIV, etc?
Durante milhões de anos de evolução, a natureza deu prioridade à saúde e à capacidade de adaptação dos animais. Nós, homens, produzimos animais com doenças congénitas, aperfeiçoados para fins científicos e comerciais.
Ao sistema de pesquisa científica baseado em experiências com animais cabe grande parte da responsabilidade pela crise profunda em que se encontra, sob todos os pontos de vista, a medicina moderna. A medicina actual é cara demais; em muitas áreas é francamente perigosa e - para as doenças realmente importantes da época - é ineficaz. Esses três aspectos estão intimamente relacionados e têm como ponto de partida a visão do homem (uma espécie de biomáquina) desenvolvida a partir de experiências em animais.
Um dos piores danos causados pelas experiências em animais consiste no embrutecimento da cultura médica. Sem levar em conta que a experiência com o homem, o princípio das experiências com animais está a afastar a medicina cada vez mais da arte de cura e empurrando-a para uma medicina que conserta e coloca peças. Não precisamos retratar as doenças como algo positivo, mas enquanto encaramos a doença apenas como defeito a ser tecnicamente consertado, perdemos a possibilidade de questionar o sofrimento humano.
Perdemos toda possibilidade de aceitar a doença como algo que tem um sentido, algo pelo qual precisamos passar.
8º Mito: O animal não sofre durante a experiência.
O sofrimento do animal usado nas experiências já começou bem antes da experiência, quando é confinado, criado e transportado em condições totalmente estranhas à espécie. Não existem experiências toxicológicas inofensivas para o animal! Gostaria de saber como experiências toxicológicas - durante as quais os animais são envenenados de forma mais ou menos rápida - podem decorrer sem tortura e dor. Não existe experiência nas áreas de toxicologia, cirurgia, radioterapia, etc, sem sofrimento terrível para o animal atingido! Ainda hoje a experiência representa para o animal um sofrimento terrível, que normalmente só termina com a morte.
9º Mito: Somente os especialistas sabem avaliar a necessidade, a validade e a importância das experiências em animais.
O mito de que leigos, por falta de conhecimento especializado, não podem opinar sobre experiências em animais proporcionou, durante dezenas de anos, um campo livre para os vivisseccionistas. Eles têm enorme interesse em trabalhar sem serem observados e incomodados por um público crítico. As experiências em animais, assim como a criação de animais confinados, ou a criação de animais para comércio de peles são praticadas com um número infinito de torturas porque os políticos, os legisladores, os teólogos, os filósofos e, principalmente, o homem comum não têm noção do que acontece ou, então, têm uma ideia totalmente errada do sofrimento e da miséria desses animais.
Nos últimos anos, porém, os muros do silêncio vêm sendo progressivamente derrubados pela imprensa, pelo rádio e pela televisão. Além disso, os últimos anos trouxeram mudanças importantes: os leigos são apoiados por especialistas e por associações médicas e leigas, nacionais e internacionais, que rejeitam as experiências em animais.
Deixar que os próprios pesquisadores julguem a necessidade e a importância das experiências em animais é semelhante a um parecer sobre alimentação vegetariana feito por uma associação de talhantes ou a um relatório sobre o significado da energia nuclear elaborado pelos fornecedores de usinas nucleares. Não serão justamente aqueles que estão engajados no sistema de experiências em animais que irão questionar a vivissecção!
De forma alguma é necessário ser um especialista para derrubar este nono mito: apesar de milhões de animais torturados e mortos, a vivissecção não conseguiu obter um resultado frente às epidemias do nosso tempo.
10º Mito: Não é possível abolir as experiências com animais.
Esse mito, sempre apresentado pelos defensores da vivissecção, é um dos pilares que sustentam o sistema das experiências em animais. A afirmação de que as experiências em animais possam, quando muito ser reduzidas a um “mínimo indispensável”, mas jamais completamente abolidas, nos paralisa. Leva a discussões intermináveis, despidas de sentido, sobre a extensão e o tipo de experiências que podem ser substituídas ou descartadas. Esse é um dos motivos pelos quais o movimento dos opositores está tão dividido. Na questão da abolição das experiências, deveríamos verificar como outros erros históricos foram vencidos.
Hoje está claro que a caça às bruxas, a exploração sem clemência dos escravos, a separação desumana de raças constituem crimes que não podem ser eliminados pela redução do número de vítimas, ou por etapas. Só podem ser eliminados por mudanças fundamentais, associadas à uma tomada de consciência. Assim, também a vivissecção precisa ser eliminada em sua totalidade, como um caminho prejudicial inaceitável.
As chances de alcançarmos esse objetivo (a abolição das experiências em animais) são hoje maiores do que nunca. O movimento contra vivissecção é visto cada vez mais como parte do movimento ecológico, que se preocupa com os danos gigantescos que o homem comete em sua prepotência. Adversários das experiências em animais estão se aliando a grupos que enfrentam a engenharia genética, criação de animais confinados, a criação de animais para comerciar pele, a morte das florestas ou os perigos da energia nuclear. Todos eles procuram impedir a exploração desenfreada da natureza e concebem o nosso ecossistema como algo muito delicado, uma rede interligada de múltiplas formas.
É muito importante que a motivação para combater as experiências em animais se transforme cada vez mais. Enquanto, antigamente, o animal e o horrendo tratamento estavam no centro da discussão, hoje aumenta a consciência de que o próprio homem é o maior prejudicado com a exploração egoísta do animal. O confinamento dos animais de corte significa, em primeiro lugar, uma terrível tortura para eles, mas logo levou a um aumento considerável das doenças provocadas pela alimentação. As possibilidades da engenharia genética mostram, em primeiro lugar, um inacreditável sangue-frio em relação aos animais manipulados, mas em seguida tornou-se uma ameaça complexa ao equilíbrio ecológico e, através disso, à própria existência do homem.Assim, hoje entendemos cada vez melhor que a experiência em animais, além de representar um enorme sofrimento para a vítima, contribui - devido a todas as consequências -para a autodestruição do homem.
Se o homem não consegue adquirir um novo nível de consciência da interdependência e das interligações dentro da natureza para desistir voluntariamente de surpresas desagradáveis como a vivissecção, a engenharia genética, a energia atómica...a natureza vai se encarregar de eliminar o homem definitiva e irreversivelmente junto com suas experiências em animais ! Ainda existe escolha. Ainda existe a possibilidade de pôr um fim à exploração desenfreada do planeta com todos seus seres , de abolir a vivissecção em seu próprio interesse!
Conclusão:
A experiência em animais não representa apenas um método cruel, e por isso mesmo antiético, mas é também destituído de validade científica. No interesse do homem e do animal, precisa ser abolida o mais rápido possível e substituída por métodos racionais e humanos!
Fonte:
Resumo de trabalho apresentado em Simpósio realizado em Genebra pela Liga Internacional de Médicos pela Abolição das Experiências em Animais, por Bernhard Rambeck, diretor do Departamento Bioquímico da Sociedade de pesquisa em Epilepsia, Bielefeld, Alemanha. É autor de inúmeros trabalhos científicos no campo da bioquímica e da farmacologia clínica. Em sua opinião, a maneira mecanicista de pensar das atuais biociências impede qualquer real desenvolvimento da Medicina e da Biologia. Desde 1985, Rambeck dedica-se sobretudo ao estudo das experiências em animais que estão prejudicando o homem e trazendo sofrimento infinito aos animais
Por: EthicalNature - geral@ethicalnature.com
sábado, 17 de julho de 2010
Novidades para os meus amigos!
Como sabem, desde Fevereiro que abrandei o ritmo na actualização deste blog porque o meu tempo livre é escassooooooo...Vou tentando, no entanto, retirar os animais já adoptados e colocar novos peludinhos a precisar de casa...
Hoje, além dessa tarefa venho dar-vos uma boa notícia:
O lindo Robin, que resgatei da mata aqui perto já tem doninhos:) Vai amanhã para Lisboa para uma família amorosa que se apaixonou pelas fotos dele e que o vai tratar muito bem.
Estou muito feliz e espero que ele seja realmente muito feliz na nova família dele.
Vou ter muitas saudades do traquinita ;( mas sei que é melhor assim:)
Deixo-vos uma foto recente, já curadinho e maior!
domingo, 13 de junho de 2010
T-SHIRTS QUE AJUDAM ANIMAIS
... MAIS INFORMAÇÕES ESTAMOS AO DISPÔR....
A ideia é a pessoa escolher a foto do seu animal e, se quiser, uma frase, e a Teresa cria uma imagem para T-Shirt que a própria pessoa pode levar para imprimir ou a Teresa trata disso... Para já, o sítio onde conseguimos imprimir leva 30€ mas a Teresa pode vender só o desenho e a pessoa imprime onde quiser. O desenho custa 8€. Estamos a estudar uma hipótese de ser pintado à mão, mas ainda não temos preços...
sábado, 5 de junho de 2010
GATINHO RESGATADO DAS SILVAS
Partilhem pf
Chamei-lhe Robin por ter vindo dos Bosques:)))
quinta-feira, 3 de junho de 2010
APELO PARA UMA AMIGA!!!!
domingo, 16 de maio de 2010
O novo membro da família:))

Olá a todos os amigos que visitam o meu blog... quero apresentar-vos o mais recente membro da família... tal como sempre disse, um gato leva a outro e eis a prova! Paquito, um pirralhito que fez ontem 2 meses e que ía ser entregue num canil de Gaia, junto com 3 maninhos:( A minha mãe sabia que eu queria mais um gatinho e trouxe-o:) Lotação Esgotada!terça-feira, 11 de maio de 2010
ABRAM OS OLHOS PORTUGUESES!!!!!!!!!!!!
O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.
As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças ...e colocados na caixa que apresentamos em foto.
Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas.
Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, á chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço minimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou cologas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.
Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes estremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourém tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.
Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponivel para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.
A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais dificeis de apanhar...
Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.
Mais grave, a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão.
Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram à noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais prepertados num local "sagrado".
Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.
Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensivel tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.
Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.
Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600
Deixamos também os contactos de email:
http://www.santuario-fatima.pt/portal/in dex.php?id=2891
A Frente de Acção Animal agradece a todos, e todos juntos vamos conseguir acabar com este crime para com os animais.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Quando seremos modernos?
Quatro séculos – e muitos milhares de mortes – mais tarde, chegou a proibição da luta de gladiadores no majestoso colosso arquitectónico, entretendo-se os cidadãos de Roma com lutas entre animais selvagens trazidos das diferentes latitudes do seu, então, vasto império.
A evolução do pensamento romano ditou que, no ano 532, os seus habitantes deixassem de assistir a esses combates entre animais, caindo o Coliseu num progressivo esquecimento e, consequente degradação, servindo inclusive, como pedreira para a construção de igrejas católicas e outros edifícios numa cidade em constante mutação.
Em Portugal, nenhum Coliseu foi construído durante a ocupação romana, mas nem por isso deixamos de ter um passado sangrento na glorificação da dor animal como divertimento.
Ainda hoje, no momento em que nos consideramos modernos, a barbárie ainda não terminou, nem foi alcançada a paridade social e intelectual com os diferentes povos europeus, na medida que, ao contrário da tendência nos outros povos europeus, alguns portugueses continuam – escudando-se no argumento de ser uma “tradição” – a trazer a vergonha ao País. Seja em tentativas de recordes do “Guiness” em largadas de touros, ou nos milhões de Euros gastos em recuperações de “Campos Enormes” de dor animal, espaços cuja génese é em tudo semelhante à do Coliseu romano, pois o material que cobre o piso das arenas das praças de touros continua a ser o mesmo outrora utilizado no edifício erguido há quase 2.000 anos pelas ordens de Vespasiano. Apesar de todos os avanços tecnológicos, a areia continua a ser a forma mais rápida de esconder o sangue caído no solo e nas mãos de quem defende o seu derramamento…
Quando seremos verdadeiramente modernos?
Este é um excerto do texto, que inclui algumas adaptações, escrito para uma das edições de «O Zoófilo», que tinha como título «Ontem e hoje como sempre».
Jorge Vicente, jornalista e sócio n.º4 da UPPA
sábado, 24 de abril de 2010
Não à indiferença!!!!!!!!!!
sábado, 10 de abril de 2010
Um ano!!!!
E divulguem!!!!
Esterilizem os vossos animais para que não venham mais ninhadas indesejadas... alertem família e amigos para esta questão!
Todos temos alguns deveres para com estes seres!!!
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Todas as semanas, todos os dias, todos os minutos...
Quem dera a marca não fosse esta! A de destruição progressiva!!!
sábado, 6 de março de 2010
MENSAGEM AOS AMIGOS QUE ME VISITAM
Obrigada pela visita e, se puderem, ajudem-me a divulgar este blog!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Não é Cultura!!! É Barbárie!!! Algo da Idade Média que ainda persiste!!!
Tendo vindo recentemente a público o anúncio da criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura, o PPA exorta todos os seus apoiantes e simpatizantes, bem como todos aqueles que se opõem à barbaridade que constitui a indústria tauromáquica no nosso país, a assinar esta petição, cujo objectivo é levar a questão a plenário na Assembleia da República e impedir a canalização de dinheiros públicos para esta actividade violenta e retrógrada, que nada tem a ver com cultura. Assine e divulgue:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=PETPPA.
Obrigado!
Publicado pelo Partido Pelos Animais
MARCAS QUE TESTAM EM ANIMAIS
Existem imensas marcas que entram em nossa casa diariamente e que, sem sabermos, pertencem a empresas que testam os seus produtos em animais (cuja descrição não vou fazer... é muito sofrimento...). Boicotemos essas marcas, existem sempre alternativas e, muitas vezes, até melhores e mais económicas.Deixo aqui algumas e o site onde podem ver uma lista mais completa.
http://search.caringconsumer.com/
sábado, 6 de fevereiro de 2010
EMBRULHE AS PASTILHAS ELÁSTICAS ANTES DE DEITAR FORA!
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos tentam comer restos de pastilhas elásticas deixadas, irresponsavelmente, em qualquer lugar.Ao sentirem a pastilha colada no seu bico, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés... E aí, acontece o pior: acabam sufocados.
Por favor, embrulhe a pastilha num pedaço de papel e deite-o no lixo.
Passe esta mensagem!
Seja você também consciente e ajude a Natureza!
Há tanta coisa simples que podemos fazer para evitar tanta coisa assustadora!
Publicada por Projecto PAL
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
AZAR É NÃO CONVIVER COM UM
Na EscóciaUm gato preto no alpendre traz prosperidade.
Na Itália
Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.
Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.
Nos Estados Unidos da América
O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte
Na Irlanda
O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.
Na Inglaterra
Na costa de Yorkshire, as mulheres dos pescadores acreditam que os seus maridos regressarão sãos e salvos da faina se mantiverem em casa um gato preto.
Mais generalizada entre os pescadores era a crença de que os gatos pretos mantidos em casa enquanto saíam para pescar era sinónimo de bom tempo em alto mar. Há quem defenda que o preço dos gatos pretos chegou a aumentar de tal formar que muitos marinheiros não tinham dinheiro para comprar um exemplar.
Em algumas regiões da Inglaterra acredita-se que oferecer um gato preto à noiva trás sorte.
Na França
No Sul deste país, acredita-se que tratar de um gato preto trás boa sorte.
Na Alemanha
Um gato que cruza o caminho de uma pessoa da direita para a esquerda é mau agoiro, mas da esquerda para a direita é boa sorte.
Na Letónia
Para os agricultores deste país, encontrar um gato preto nos depósitos de sementes é uma óptima notícia. Para eles, estes gatos são o espírito de Rungis, Deus da Colheita.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
OS ANIMAIS TAMBÉM SÃO VÍTIMAS DOS DESASTRES NATURAIS!!!
Igualmente vítimas de todos os desastres naturais e não naturais, quem se lembrará deles??? No Haiti alguém se lembrará de salvar os animais se nem para comer e beber têm?!! Nas inundações e desabamentos do Brasil alguém se lembrou que eles também lá ficaram?? Nos incêndios??? No Tsunami??? ... tantos devem ter morrido e outros tantos ficado feridos sem nenhum apoio...Mas, felizmente, alguém se lembra deles:
"ONGs se unem para prestar ajuda necessária O mundo está respondendo ao desastre no Haiti. Pessoas de vários países estão se unindo para ajudar da forma que podem. As vítimas animais desse desastre também estão precisando de ajuda emergencial e, por isso, grupos de proteção animal estão unindo forças para socorrê-los. A WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) e o IFAW (Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal) irão trabalhar juntos em campo para ajudar os animais do Haiti. Por meio da Coalizão de Ajuda aos Animais do Haiti (ou ARCH, no original Animal Relief Coalition for Haiti) irão prestar a assistência necessária. Todas as organizações de proteção animal estão convidadas a se juntar à ARCH e dar seu apoio à coalizão. Nossas equipes irão trabalhar com uma clínica móvel doada pela Sociedade Humanitária de Antigua e Barbuda. A WSPA e o IFAW estão levantando fundos para equipar essa clínica móvel. Ela será enviada por navio de Antigua para a afiliada WSPA chamada Sociedad Dominicana para la Protección de Animales (SODOPRECA), na República Dominicana, para que ela então cruze a fronteira e entre no Haiti."
Publicado por Ari Lopes - http://saudecompleta.blogspot.com/2010/01/terremoto-no-haiti-tambem-afeta-os.html
Mais informação em:
http://jornalanimais.blogspot.com/2010/01/haiti-como-sera-ajuda-aos-animais.html
COMO AJUDAR:
http://www.patavermelha.com/2010/01/ajuda-de-emergencia-para-os-animais-do.html
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
AMI lança campanha de ajuda ao Haiti
A Assistência Médica Internacional (AMI) lança hoje campanha de ajuda ao Haiti apelando à sociedade civil que participe com donativos. Encontra-se aberta uma conta de emergência Haiti com o NIB: 0007 001 500 400 000 00672; IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672; SWITF: BES CPTPL, ou Multibanco: Entidade: 20909 Referência 909 909 909.segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Conheça os alimentos que são perigosos para o seu animal!
"Cães e gatos, os habituais e imprescindíveis companheiros do homem, possuem peculiaridades a diversos níveis, nomeadamente ao da alimentação. Aquele manjar dos deuses que faz as suas delícias e da sua família poderá causar graves transtornos aos seus animais, já que, apesar de integrados na família, os seus organismos são muito diferentes do nosso, ou seja, é preciso não esquecer que eles não são humanos. Os seus estômagos não digerem, ou têm muita dificuldade, em digerir certos alimentos «apropriadíssimos» para o homem. Assim sendo, saiba quais são os artigos alimentícios que devem ser riscados do menu do seu cãozinho ou gatinho.O chocolate surge como o principal alimento errado que vai sendo dado aos cães e gatos. Esta iguaria contém teobromina (cuja presença é oito vezes mais acentuada no chocolate preto, em comparação com o branco), uma substância que vai entrar em choque com o organismo do animal, podendo causar-lhe desde vómitos e diarreia a aumento da actividade cardíaca ou mesmo ataques de epilepsia. Quando o seu animal suplicar, ofereça-lhe biscoitos próprios para cão ou gato e desvie-lhe a atenção do chocolate. É preferível! Também pode adquirir numa loja de animais «chocolate» (que o não é) adaptado. Este alimento apresenta a cor, textura e sabor do chocolate, mas não contém a substância tóxica, a teobromina. Outro alimento que envolve as mesmas consequências é o café que não deverá, de igual forma, ser dado aos animais.
A cebola e o alho, por sua vez, interferem com o sistema sanguíneo dos cães e gatos, diminuindo-lhes a quantidade de glóbulos vermelhos e provocando degenerescências e anemias. Em casos de ingestão elevada, poderá ser necessária a intervenção do médico veterinário, que procederá a uma transfusão. Outros alimentos potencialmente perigosos para os animais domésticos são as bebidas alcoólicas (apesar dos cães fugirem do cheiro do álcool, pode sempre haver algum mais curioso), lacticínios (cães e gatos deixam de produzir a enzima (lactase) responsável pela digestão do leite após o desmame), alimentos ricos em gorduras (o excesso pode provocar vómitos, diarreia, dores abdominais fortes e pancreatite), frutos (como alperce, ameixas, pêssegos, cerejas e maçãs, que contêm um derivado do cianeto – pode causar nos amiguinhos de quatro patas dilatação das pupilas, hiperventilação e mesmo choque), alimentos estragados (o estado de decomposição dos mesmos pode provocar intoxicações graves) e uvas e passas (provocam lesões renais).
Já sabe: sempre que quiser mimar o seu animal, dê-lhe comida apropriada ao seu organismo."
Fonte: Isabel Rodrigues in Ruadireita
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A NOSSA TELEVISÃO!!!
Educação para a morteManuel António Pina
(artigo de opinião do JN, dia 5 Janeiro de 2010)
Há quem chame "arte" a isso, como há quem chame "arte" a tudo e a um par de botas, incluindo a caluniada arte da morte. Mas só gente totalmente insensível vê beleza no binómio de Newton e na Vénus de Milo e não experimenta a mínima emoção estética vendo um touro agonizar babando-se em sangue ou o cadáver de um javali gloriosamente perseguido (como sucederá na "montaria" que a Casa do Pessoal da RTP organiza no próximo fim-de-semana) por 325 heróicos e "artísticos" caçadores mais 25 matilhas de cães. Daí que a Casa do Pessoal da RTP e a RTP se empenhem na "educação para a arte" dos 74% de portugueses que não gostam de touradas (nem, se calhar, de cadáveres de animais baleados)."
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
2010

Felizes minutos para todas as horas desses dias do ano 2010!!!!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
BOAS FESTAS PARA TODOS...

... EM ESPECIAL, PARA TODOS OS MEMBROS E VOLUNTÁRIOS DAS ASSOCIAÇÕES DE ANIMAIS DESTE PAÍS, QUE, ADMIRAVELMENTE, PASSAM O ANO NUM FRENESIM A TENTAR SALVAR VIDAS, DESDOBRANDO-SE EM MIL PARA QUE MUITAS DAS SITUAÇÕES TENHAM UM FINAL FELIZ!!! E, TANTAS VEZES SOFRENDO PORQUE NÃO CONSEGUIRAM SALVAR ALGUNS DOS SEUS PROTEGIDOS... PRIVANDO-SE DE UMA VIDA MAIS DESPREOCUPADA E CALMA... MAS, O QUE LHES DESEJO (E ME DESEJO) É QUE 2010 SEJA UM ANO MENOS CRUEL PARA OS ANIMAIS. TODAS AS DESCULPAS TÊM SERVIDO PARA OS ABANDONAR NA RUA, PARA OS DEIXAR EM CANIS/GATIS ONDE, INFELIZMENTE, ALGUNS PASSAM ANOS FECHADOS EM JAULAS DE CIMENTO... PARA OS ENTREGAR PARA ABATE... SAUDÁVEIS E JOVENS MUITAS DAS VEZES...
TODAS AS DESCULPAS TÊM SERVIDO PARA NÃO OS ESTERILIZAR, E ASSIM EVITAR QUE MAIS ANIMAIS SEM RUMO NASÇAM!!!
OS ANIMAIS, EM ESPECIAL OS ADULTOS, QUE JÁ TIVERAM UMA FAMÍLIA, UMA CASA, SOFREM IMENSO COM O ABANDONO E ALGUNS DEIXAM-SE MORRER NOS CANIS/GATIS NÃO TOCANDO NA ÁGUA OU NA COMIDA E ENTRANDO EM DEPRESSÃO PROFUNDA!
QUE 2010 NOS TRAGA MELHORES ATITUDES, MELHORES CONSCIÊNCIAS E MENOS CRUELDADE! OS ANIMAIS NÃO SÃO OBJECTOS... ALEGRAM-SE OU ENTRISTECEM-SE COMO NÓS, SENTEM COMO NÓS...
PORTANTO, UMAS FESTAS MUITO FELIZES PARA TODOS OS QUE TÊM LUTADO POR ELES!!!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
É só pensar um pouco neles!!! E ainda poupa dinheiro!!!

Este ano, porque o flagelo do abandono dos animais se tornou insustentável até para quem faz magia nas Associações (tiram comida e medicamentos da cartola com muito muito custo), pense um pouco em como pode ajudar. Logicamente, existem muitas pessoas a passar fome, crianças sem brinquedos... mas quando for comprar as prendas pense nas inúmeras Associações que existem e lembre-se que praticamente todas têm artesanato e outras coisas giras à venda. Têm rifas para cabazes de Natal, Bazares com coisas girissimas... roupa, livros, alimentos, cds, brinquedos, artigos para o lar...
Um pouco a cada um e o mundo pode tornar-se um lugar melhor! Quem não gosta de deitar-se a dormir e ter pensamentos positivos???
domingo, 29 de novembro de 2009
E assim continua...
"Um dia o homem apareceu e invadiu os Ecossistemas Naturais da Terra. Construiu estradas, fábricas, barragens, prédios, carros... Tudo o que era verde transformou em cinzento. Onde havia árvores agora há chaminés. Arruinou o Habitat de milhares de espécies. Muitas extinguiram-se, outras, estão em perigo de extinção.
Isto não faz do homem um ser superior! Fá-lo sim, culpado de milhões de mortes de seres vivos, e, eternamente, responsável pela proteção dos Animais e da Natureza.
Em Portugal há centenas de HUMANOS que salvam animais abandonados e maltratados, que sofrem e sentem como nós, 365 dias por ano, pessoas que não têm férias nem um Natal em família, porque a sua generosidade é maior que qualquer coração, e não viram as costas nem fecham os olhos ao sofrimento...
Neste Natal vamos continuar a lutar pela mudança, vamos proteger e respeitar, os Animais e a Natureza, e mostrar apreço a quem salva os animais que milhares de portugueses abandonam e maltratam todos os dias, incluindo nos Canis!
Se não pode adoptar um animal à espera de ser adormecido num canil, ou que vive na rua, sem segurança, rua que o homem construiu em cima do seu Habitat, então, ajude quem ajuda esses animais a sobreviver...
Num País Europeu, em que o próprio Governo fecha os olhos às crueldades cometidas contra os Animais, mostre que faz parte dos que são, não apenas seres humanos, mas HUMANOS com coração!"
publicado por Projecto PAL (http://pelosamigosleais.com)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Assino em Baixo!!!

Estes animais são sujeitos à sensação de perseguição, ao susto, à dor e à agonia provocadas pelos tiros e pelas dentadas dos seus cães que são usados como “capangas” treinados neste acto de crueldade des(humano). Seus “capangas” são da mesma forma, na maioria, sujeitos a actos de crueldade, tais como por exemplo, o passar fome, para terem o instinto de caçar, e o abandono quando estes já não lhes interessam. Os caçadores matam seres pacíficos, belos e úteis, e com direito à vida, por prazer ou por desporto e não por necessidade. Porém, os dicionários referem a palavra assassino relacionada com a morte de pessoas e não animais. Não se usa para quem comete o mesmo acto com outros animais que não sejam humanos, pelo que actualmente este termo é inadequado. E até quando? Até quando é que a sociedade não reprovará quem não respeite a vida de outros seres? Não pretendo que os caçadores algum dia venham a ser chamados de assassinos.
Mas tenho a esperança de que a caça venha a ser reprovada cada vez mais por um maior número de pessoas, e até proibida. Esperança tenho também, que os caçadores reflictam sobre o seu acto e no que realmente fazem e se face às leis universais podem e devem fazê-lo. Melhor do que proibir a caça seria cada caçador arrumar a sua arma, cuidar dignamente de seus cães e abdicar do seu prazer ou do seu desporto de matar."
Publicado por Quatro Patas em sua Casa
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O país seria muito diferente se, pelo menos, um SENHOR destes vivesse em cada freguesia, em cada rua!!!
Todos os dias alimenta mais de 80 animais abandonados, entre Setúbal e a Arrábida. Aos 79 anos, o antigo professor de matemática da Secil gasta mais de 500 euros por mês naquela que diz ser a "sua missão".Já lá vão 20 anos.
Um eterno amigo dos animais. Com os seus quase 80 de idade, Arnaldo Lopes compra, cozinha e distribui diariamente comida a cães e gatos abandonados, em diversos pontos da Arrábida e da cidade.
Uma rotina diária, ao final das manhãs. A reportagem de «O Setubalense» acompanhou num destes dias Arnaldo Lopes em mais uma acção de solidariedade para com animais abandonados, espalhados pela serra da Arrábida. Ao final da tarde faz outra ronda, nalguns espaços da cidade, onde distribui comida a cães e gatos igualmente abandonados. Entre a sua oficina e casa, possui dez cães, todos salvos da rua.
O porta-bagagem do seu velhinho carro é uma espécie de restaurante ambulante. “Já podia ter trocado de carro, mas prefiro gastar dinheiro com os animais,” atira com indisfarçável humildade. Todos os dias, parte para a ronda repleto de comida, diversificada e já dividida, para distribuir pelas dezenas de cães e gatos espalhados em locais estratégicos da Arrábida, mais precisamente entre a Comenda e a zona da Secil.
“Isto é carne de frango (coxas e asas) que eu compro, aos domingos, cerca de 100 quilos. Depois, todos os dias cozo uma panela grande, juntamente com massas e venho distribuir nestes locais.” começou por explicar o senhor Arnaldo Lopes, antigo sócio da empresa “Coelho e Lopes, Lda”, e que continua a trabalhar na sua oficina de serralharia, sita na Fonte Nova.
“Sabe, sou uma pessoa incapaz de matar uma aranha, osga ou mesmo um rato. Entendo que todos os animais têm uma função e razão de existência. Respeito muito a vida,” divagou o nosso interlocutor, antes da primeira paragem, nas imediações da Secil, onde já o esperavam uma dúzia de gatos, que evidenciaram alegria ao som do trabalhar do carro. Carne de frango cozida, ração para gatos e tigelas para a água.
Este hábito vem de muito longe, logo após o 25 de Abril de 1974, época em que este senhor deu aulas práticas de serralharia mecânica e teóricas de matemática industrial, na fábrica da Secil. “Por este caminho sempre houve animais abandonados, comecei a trazer-lhes comer, até hoje, faça sol ou chuva, porque os animais comem todos os dias como nós, não é verdade?”
A visita matinal tem paragem em seis locais estratégicos, à beira da estrada, onde há sempre sinais de espera animal por quem lhes vai matar a fome. “Esta cadelita pariu há duas semanas. Tem os filhos ali para dentro mas ainda não os vi,” diz Arnaldo Lopes numa das paragens. Noutra, outros três cães também esperavam pela refeição diária.
Em todas as paragens, deposita comida e verifica a água, por entre giestas ou canaviais. “O problema é que alguns dos bichos morrem na estrada. Este ano já apanhei cinco atropelados. Trago sempre sacos pretos para esses casos,” acrescenta.
O senhor Arnaldo diz-se consciente de que a sua atitude “não é bem vista” por toda a gente. “Sinto-me melhor assim que estar sentado o dia inteiro numa taberna ou banco de jardim. A minha preocupação não é o que podem pensar de mim, mas sim do que será feito destes animais quando eu não poder vir tratar deles…”
Arnaldo Lopes não esquece aquelas imagens de cães bonitos, de coleira ao pescoço, mas tristes e abandonados à beira da estrada, esperando pelos donos. “Sabe, os animais pensam sempre que o dono há-de voltar, mas já entenderam que eu sou uma instituição para eles…” rematou.
Um caso marcante, junto à Secil:
“A cadela foi para o canil e salvei os oito cachorrinhos”
Um caso que marcou Arnaldo: uma cadela pariu oito cães, por si salvos, perto da fábrica da Secil, porque a progenitora foi recolhida pelo canil. Ainda hoje, tem três desses animais.
Oito cães bebés foram descobertos por Arnaldo Lopes, há cerca de três anos, perto da Secil. Este eterno amigo dos animais soube que a “carroça dos cães” havia recolhido a cadela progenitora, e não descansou enquanto não encontrou as crias.
Graças à sua persistência, conseguiu descobrir os indefesos canídeos, dos quais ainda hoje mantém três na sua oficina.
“Trouxe os oito cachorrinhos para casa. Eu, a mulher e filha, demos biberão aos bichinhos”, recorda Arnaldo que diz ter contactado a associação de defesa animal ‘Sobreviver’, da qual é sócio, no sentido de recuperar a cadela do canil, para dar de mamar aos filhos, o que foi conseguido.
“Já os canitos estavam criados, a cadela mãe acabou por morrer,” lembra. Entretanto, a referida associação conseguiu donos “para alguns deles, e auxiliou-me no processo de esterilização das três cadelas que continuam comigo, na minha oficina na Fonte Nova.”
Com as sucessivas gerações de animais abandonados, e por si alimentados, Arnaldo chega a pensar na sua idade: “Já não sou novo, caminho para os 80. O que será destes animais quando eu deixar de poder vir aqui? Coitadinhos, nem quero pensar nisso…”
As vasilhas de plásticos - umas com asas, outras com coxas de frango, outras ainda com ração para gatos e cães – fazem parte da azáfama deste senhor. Afinal de contas, é mais um final de manhã, como todas as outras na vida do benfeitor Arnaldo Lopes. Porventura, o único amigo de muitos destes animais que um dia já conheceram alguém a quem confiaram a sua fidelidade."
Publicado por Teodoro João no "O Setubalense"
red.teodoro@osetubalense.pt
domingo, 25 de outubro de 2009
NUNCA ABANDONE O SEU ANIMAL!
VOCÊ PODE AJUDAR A MUDAR ESTA SITUAÇÃO!!!
Os animais são seres vivos, sensíveis e sofrentes, não são BRINQUEDOS.
Um animal deve ser desejado pelo dono e bem aceite pelos restantes membros da família. Por isso, a compra ou a adopção de um animal deve ser muito ponderada e estar de acordo com a sensibilidade e disponibilidade do novo dono. Um animal de companhia precisa, não só de alimentação adequada e água fresca, mas ainda de uma série de outros requisitos que não devem ser ignorados, tais como alojamento adequado e espaço para se movimentar, acompanhamento veterinário, e atenção, entre outros. Assim, oferecer animais às crianças, só para lhes satisfazer os desejos é uma atitude incorrecta. Um animal deve fazer parte da família, ser desejado e estimado até à sua morte natural. Colocar um animal num canil albergue deve ser o último dos recursos, pois ele nunca será feliz sem o dono." - Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais
E, mesmo nas Associações de Animais ele terá que ficar confinado a uma jaula, muitas vezes 24h sobre 24h, sem poder correr, saltar, ver a luz do dia, ter qualquer atenção ou afecto... entrando, na maioria das vezes, em depressão.Esterilizem os vossos animais e sensibilizem familiares e amigos a fazer o mesmo. Existem demasiados animais sem casa, sem amigos neste país! Existem Associações, como a Animais de Rua que ajudam as famílias que não têm meios financeiros a fazê-lo!!!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Máquinas substituem animais em testes de vacinas - USA
Um grupo de ativistas norte-americanos pelos animais disse que a pressão pela mudança do uso de animais para experimentação tem resultado na adoção de métodos mais modernos e humanitários nos testes de vacinas. A PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) disse que tem motivado o Departamento do Centro de Agricultura para a Biologia Veterinária dos Estados Unidos a adotar métodos que não usem animais para testar a potência de cada lote de vacinas. Integrantes da PETA disseram que o Centro anunciou que três dos testes que envolviam porcos foram substituídos por métodos modernos que não usam animais. A PETA também comunicou que os representantes do Centro anunciaram que estão substituindo a produção de anticorpos, antes feita através de um método profundamente doloroso em ratos, por um sistema humanitário e confiável baseado na cultura de células.“Por meio da exigência de métodos de testes modernos, eficazes e humanitários, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não apenas irá reduzir o número de animais que são torturados e mortos em testes, mas também melhorará o teste de vacinas”, disse Jessica Sandler, diretora da Divisão Reguladora de Testes da PETA. “O USDA está no caminho certo e estamos ansiosos por uma parceria produtiva para logo substituir totalmente o uso de animais”.
Fonte: Animal Concerns
Nota da Redação: É importante termos em mente que o objetivo maior da defesa animal é conseguir que nenhum animal seja torturado, usado ou explorado – de qualquer forma que seja. A redução no número de vítimas usadas para experimentação científica ainda não satisfaz plenamente ao que a sociedade deve cumprir em relação à defesa dos direitos animais.
Por Karina Ramos (da Redação da ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais)
terça-feira, 20 de outubro de 2009
"Sopa dos Pobres" para Animais! Na Alemanha!!!
"Há cães grandes como um labrador e pequenos como um pekinois. Há pastores-alemães, jack russel ou rafeiros.Os donos, tal como os animais, são todos diferentes: idosos, mulheres jovens, homens, famílias, grupos de punks com meias rasgadas. Uns estão desempregados, outros doentes ou sem abrigo, bastantes reformados: pessoas que, por uma razão ou por outra, ficaram sem o rendimento habitual e recorrem à Tiertafel, uma espécie de sopa dos pobres para os animais. Na antiga escola de Treptow, uma zona de Berlim Leste bastante periférica, dezenas de pessoas esperam a sua vez com mochilas e sacos para levar ração e biscoitos, e não só para cães e gatos (...)
Cada sábado, cerca de dez voluntários estão na antiga escola para ajudar a distribuir os cerca de 900 quilos de comida que vêm de doações das empresas que produzem comida de animais - "quando vêem que o prazo está quase a acabar e já não podem vender dão-nos", explica Mike Schäfer. Também há muitas doações individuais, em comida, trelas, brinquedos, tudo e mais alguma coisa. Com a crise, muitas pessoas deixam de ter hipótese de tratar os seus animais, e cada vez mais são abandonados. (...)
"Não tenho emprego e o cão tem de comer" (...)
É um gesto que não custa nem tira nada a ninguém e ajuda bastante quem gosta dos seus amigos de 4 patas e lá por estar em crise não usa essa desculpa para os abandonar!!
Era tão bommmmm que víssemos isso em Portugal! Digam-me lá, o que é que custa?"
Publicada por Carina da Ani-São-João

















