terça-feira, 30 de junho de 2009
Perda!
Um dia... Vídeo Amador... Espectáculo... Dança...
Impacto... Deslumbre... Encantamento...
Porque não vejo Dança??????? Arre!!!
Que Universo Magnífico!!! De Alguém!
PINA BAUSCH
1940 - 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Adeus Michael

É uma personalidade tão complexa e multifacetada que conseguiu marcar gerações e motivar milhares...
São imortais alguns dos temas...
Também deixou muitas dúvidas quanto ao seu carácter...
Esperemos que a História se escreva!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Novamente em cheio!
domingo, 21 de junho de 2009
A Voz!
Para que confirmem que não estou insana...
sábado, 20 de junho de 2009
A Vida versus A Obra

Qual não é o meu espanto quando devorei... sim, a palavra está correcta, devorei a biografia dele.
Está certo que não foi ele que escreveu :( , mas caramba, ou melhor, carago) é a Vida do homem que eu nem quis ler. Deve ter sido o livro que li mais vertiginosamente até hoje... Não restam dúvidas que há qualquer coisa de Mago naquele estranho ser. Talvez vá, agora, ler mais Paulo Coelho... ainda não sei... quem sabe descobri que gosto de Biografias... só tinha lido 4 ou 5 (de músicos essencialmente) ou então, gosto mesmo é de Fernando Morais, o jornalista que criou este monstro de 610 páginas à custa de um tremendo trabalho de pesquisa... Foi aliás numa entrevista que este jornalista deu que eu fiquei curiosa pelo livro!
terça-feira, 16 de junho de 2009
A mais recente aventura da Té
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Mais vale tarde...

Das "7 maravilhas portuguesas no mundo"
uma maravilha a registar:
Rabih Abou Khalil Em Português
Ricardo Ribeiro, fadista residente do Marquês da Sé e da Mesa de Frades é a voz que canta poetas portugueses contemporâneos no último disco do compositor, improvisador e tocador virtuoso de alaúde, o libanês Rabih Abou-khalil. Em parceria com Jarrod Cagwin (percussão), Michel Godard (tuba, baixo) e Luciano Biondini (acordeão), Rabih Abou-khalil e Ricardo Ribeiro gravaram recentemente o álbum simplesmente intitulado «Em Português».
sexta-feira, 12 de junho de 2009



Mas Jasmine tinha outras ideias. Ninguém se lembra como começou, mas ela passou a dar as boas vindas a todos animais que chegavam ao Santuário. Não importava se era um cachorrinho, um filhote de raposa, um coelho ou qualquer outro animal perdido ou ferido. Jasmine se esgueirava para dentro da caixa ou gaiola e os recebia com uma lambida de boas vindas. Geoff conta um dos primeiros incidentes: " Nós tinhamos dois cachorrinhos que foram abandonados numa linha de trem próxima. Um era um mestiço de Lakeland Terrier e o outro um mestiço de Jack Russel Doberman. Eles eram bem pequenos quando chegaram ao centro e Jasmine aproximou-se e abocanhou um pelo cangote e colocou-o em uma almofada. Aí ela trouxe o outro e aconchegou-se a eles, acarinhando- os"
" Mas ela é assim com todos os nossos animais, até com os coelhos. Ela os acalma e desestressa e isto os ajuda ,não só a ficarem mais próximos a ela mas também a se adaptarem ao novo ambiente"

O pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semi-consciente em um campo. Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mante-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta. Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte.

"Eles são inseparáveis", diz Geoff. "Bramble anda entre suas pernas e eles ficam se beijando...Eles passeiam juntos pelo Santuário. É um prazer vê-los"
Jasmine continuará cuidando de Bramble até que ele possa voltar a viver na floresta.
Quando isto acontecer, Jasmine não estará sozinha. Ela estará muito ocupada distribuindo amor e carinho ao próximo orfão ou a próxima vitima de abusos e maltratos."

terça-feira, 9 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Sem comentários...
00h30m
Nesta fase
Nada no mundo me faria revelar o nome de quem relatou este episódio. É oportuno divulgá-lo agora porque o parlamento abriu as comportas do dinheiro vivo para o financiamento dos partidos. O que vou descrever foi-me contado na primeira pessoa. Passou-se na década de oitenta. Estando a haver grande dificuldade na aprovação de um projecto, foi sugerido a uma empresária que um donativo partidário resolveria a situação. O que a surpreendeu foi a frontalidade da proposta e o montante pedido. Ela tinha tentado mover influências entre os seus conhecimentos para desbloquear uma tramitação emperrada num labirinto burocrático e foi-lhe dito sem rodeios que se desse um donativo de cem mil Contos "ao partido" o projecto seria aprovado. O proponente desta troca de favores tinha enorme influência na vida nacional. Seguiu-se uma fase de regateio que durou alguns dias. Sem avançar nenhuma contraproposta, a empresária disse que por esse dinheiro o projecto deixaria de ser rentável e ela seria forçada a desistir. Aí o montante exigido começou a baixar muito rapidamente. Chegou aos quinze mil Contos, com uma irritada referência de que era "pegar ou largar". Para apressar as coisas e numa manifestação de poder, nas últimas fases da negociação o político facilitador surpreendeu novamente a empresária trazendo consigo aos encontros um colega de partido, pessoa muito conhecida e bem colocada no aparelho do Estado. Este segundo elemento mostrou estar a par de tudo. Acertado o preço foram dadas à empresária instruções muito específicas. O donativo para o partido seria feito em dinheiro vivo com os quinze mil Contos em notas de mil Escudos divididos em três lotes de cinco mil. Tudo numa pasta. A entrega foi feita dentro do carro da empresária. Um dos políticos estava sentado no banco do passageiro, o outro no banco de trás. O da frente recebeu a pasta, abriu-a, tirou um dos maços de cinco mil Contos e passou-a para trás dizendo que cinco mil seriam para cada um deles e cinco mil seriam entregues ao partido. O projecto foi aprovado nessa semana. Cumpria-se a velha tradição de extorsão que se tornou norma em Portugal e que nesses idos de oitenta abrangia todo o aparelho de Estado.
Rui Mateus no seu livro, Memórias de um PS desconhecido (D. Quixote 1996), descreve extensivamente os mecanismos de financiamento partidário, incluindo o uso de contas em off shore (por exemplo na Compagnie Financière Espírito Santo da Suíça - pags. 276, 277) para onde eram remetidas avultadas entregas em dinheiro vivo. Estamos portanto face a uma cultura de impunidade que se entranhou na nossa vida pública e que o aparelho político não está interessado em extirpar. Pelo contrario. Sub-repticiamente, no meio do Freeport e do BPN, sem debate parlamentar, através de um mero entendimento à porta fechada entre representantes de todos os partidos, o país político deu cobertura legal a estes dinheiros vivos elevados a quantitativos sem precedentes. Face ao clamor público e à coragem do voto contra de António José Seguro do PS, o bloco central de interesses afirma-se agora disposto a rever a legislação que aprovou. É tarde. Com esta lei do financiamento partidário, o parlamento, todo, leiloou o que restava de ética num convite aberto à troca de favores por dinheiro. Em fase pré eleitoral e com falta de dinheiro, o parlamento decidiu pura e simplesmente privatizar a democracia.
(Artigo de Mário Crespo)
terça-feira, 2 de junho de 2009
Por um lutador e por quem o ama...
Visitem este blog:
http://odocecaramelo.blogspot.com/ e, se puderem, ajudem! Muitos pequenos gestos fazem grandes movimentos!